Fundada em 2017, a Associação Grupo Partilha de Vivências - GPV é uma organização sem fins lucrativos comprometida com a promoção e a defesa dos direitos de pessoas em situação de vulnerabilidade social, económica e política.
Temos trabalhado ativamente em prol de pessoas em situação de pobreza, migrantes, racializadas, pessoas com deficiência, pessoas LGBTQIA+ e, em especial, trabalhadoras do sexo. O nosso objetivo é oferecer apoio biopsicossocial e lutar pela igualdade de direitos, promovendo uma sociedade mais inclusiva e justa.
O carater excecional de reorganização da Associação e o seu registo formal em 2022, assim como o reconhecimento do Movimento dxs Trabalhadores do Sexo - MTS como Grupo Ativista da Associação, com início em 2018, na cidade de Lisboa, impulsiona a criação e definição de ações e estratégias a nível regional e nacional.
As abordagens legais e sociais ao trabalho sexual variam amplamente em diferentes países e culturas. Assim sendo, definimos trabalho sexual como uma troca consensual entre adultos de serviços de natureza sexual ou erótica por pagamento monetário ou outra forma de compensação. O trabalho sexual é diverso no que respeita a quem o exerce e inclui uma variedade de atividades, como a prostituição, o striptease, a criação de conteúdo erótico (por exemplo, em plataformas online) e outros tipos de performances sexuais, podendo ser realizado outdoor ou indoor.
É importante diferenciar trabalho sexual de exploração sexual, pois, no primeiro, a atividade é realizada com consentimento e autonomia da pessoa envolvida. Enquanto isso, a exploração sexual envolve coerção, abuso ou tráfico de pessoas, o que caracteriza uma violação de direitos humanos, punida por lei.
Como Associação, comprometemo-nos a materializar as exigências de rigor, responsabilidade e transparência inerentes ao sistema de gestão democrático, assim como os objetivos que se pretendem implementar.